O Sindicato dos Farmacêuticos do Maranhão emitiu uma nota de repúdio veemente em resposta às notícias recentes sobre a retirada do adicional de insalubridade dos farmacêuticos vinculados à empresa EMSERH, que presta serviços ao Governo do Estado. A medida tem causado grande preocupação e revolta entre os profissionais da área.
O adicional de insalubridade é um direito assegurado por lei aos trabalhadores que exercem suas funções em ambientes considerados insalubres, nos quais há exposição a agentes nocivos à saúde. É um reconhecimento da necessidade de compensação por trabalharem em condições que colocam em risco sua saúde e bem-estar.
O Sindicato dos Farmacêuticos do Maranhão, atuando em defesa dos direitos e interesses da classe, imediatamente tomou as medidas necessárias para solucionar essa questão. A entidade entrou em contato com a empresa EMSERH, exigindo esclarecimentos sobre a retirada do adicional de insalubridade e buscando reverter essa decisão prejudicial aos farmacêuticos.
Além disso, o Sindicato informou que também entrou em contato com o Governo do Estado para tratar do assunto e buscar uma solução adequada. É imprescindível que o Governo tome ciência da gravidade da situação e se posicione de maneira responsável, garantindo a proteção dos direitos trabalhistas dos farmacêuticos e zelando pela saúde daqueles que desempenham um papel fundamental no sistema de saúde do estado.
Os farmacêuticos são profissionais essenciais para a sociedade, desempenhando um papel crucial na promoção e proteção da saúde pública. É inadmissível que sejam privados de um direito garantido por lei, especialmente quando a sua atividade está intrinsecamente ligada à exposição a riscos e condições insalubres.
Diante desse cenário, é fundamental que as autoridades competentes atuem prontamente para solucionar essa questão de forma justa e respeitosa. O Sindicato dos Farmacêuticos do Maranhão continuará acompanhando de perto o desenrolar dessa situação e lutando incansavelmente pelos direitos da classe, visando preservar a dignidade e o bem-estar dos farmacêuticos e da população que depende dos seus serviços.